Esculturas em Papel

Trabalho fantástico de Peter Callesen, aqui.

Dica do Murillo.

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Exposição de Guillermo Habacuc Vargas: Isso é arte?

O que você vê é arte?

Guillermo Vargas Habacuc
Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, pegou num cão abandonado, atou-o a uma corda a uma parede de uma galeria de arte em Manágua (Nicarágua) e deixou o cão morrer lentamente de fome e sede. Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal. Até que finalmente o dito cão morreu, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.

Pois isso não é tudo, agora 2008, a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte nas Honduras decidiu, incompreensivelmente, que a selvageria que acabava de ser cometida por tal sujeito, era arte e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel ação na dita Bienal em 2008.

Vamos todos impedir, colaborando com a assinatura nesta petição.

O texto abaixo foi retirado do site do Hiro.

“Como ilustrador, respeito todas as formas e manifestações de arte, mesmo aquelas com um gosto provocativo e escatológico, como merda enlatada, cubos de esperma ou pinturas feitas com sangue e urina. Mas é impossível ficar passivo diante de alguns que extrapolam o bom senso e criam monstruosidades, indivíduos que sequestram e violentam a expressão “arte” para justificar e validar toda e qualquer epifania pseudocriativa. Ou, na falta de um talento artístico verdadeiro, criam peças apenas para gerar comoção e discussão, fazendo-se de vítimas da censura e da opressão conservadora quando confrontados.

No começo achei que era uma daquelas notícias-pegadinhas de primeiro de abril no meio de outubro, já que recebi uns 5 e-mails de uma só vez sobre isso. Mas não era.

O costa-riquenho Guillermo Habacuc Vargas montou uma instalação repugnante na exposição “Arte e Lixo” em Honduras, com um cão faminto e doente amarrado com barbante (seu nome era Natividad) abaixo da frase “Ere que los lees” escrita com ração de cachorro.

Segundo ordens do “artista”, ninguém podia dar comida ou bebida ao canito moribundo.
Em dois dias ele morreu.

O que o coitado do cachorro tinha a ver com a história?

Não importa se Habacuc estava protestando contra a fome no mundo, contra o imperialismo americano ou contra o aumento do condomínio do prédio onde ele mora , nada justifica isso.
Como amante dos bichos, no bom sentido, isso me deixa um gosto metálico na boca, e por mim, deveriam amarrá-lo no lugar de Natividad sem água e comida, com a mesma frase escrita com empadinhas, com direito a farta distribuição de porrada em cima dele. Se tem uma coisa que eu fico realmente indignado é violência contra animais, crianças e idosos, que não tem como se defender.

Em curto e bom português, é um fiadaputa assassino que se acha artista.

Mas isso tem um lado bom, ironicamente: a arte não pode ser fachada de atos inumanos, sádicos, agressivos, atos moralmente e criminalmente condenáveis acobertados pela pecha de arte, criando uma espécie de imunidade, transformando-a em algo inimputável. A arte pela arte não se justifica, ela tem um limite, da mesma forma que não se pode fazer tudo pela paz ou pelo casamento perfeito. Senão teremos atividades performáticas de mutilação ao vivo ou apedrejamento de adúlteras em público em nome da arte.”

Por e-mail.

Animais de saco plástico

plastic bag animals

” Toda vez que começamos a pensar que a arte de rua está começando a ficar um pouco cansativa e chata, do nada chega uma coisa que nos relembra o porque de termos nos apaixonado pela arte de rua em primeiro lugar.

A história que ouvimos no jantar hoje a noite é que tem um artista que tem feito esses animais de sacolas plásticas. Ele (ou ela) amarra as sacolar às grades de ventilação do metrô para que quando o metrô passe lá embaixo, o animal pule e ganhe vida.”

Post original em inglês Aqui.

Do Today and Tomorrow.